Processo seletivo 2026.2 com inscrições abertas — saiba como ingressar na Unileão
(88)99216-3040
Institucional

Unileão conscientiza sobre importância de doar sangue

Ministério da Saúde orienta que as pessoas continuem com as doações de sangue nesse período de pandemia do novo coronavírus.

Laiany Braga 08/06/2020 12:50 pm - Atualizado em 08/06/2020 12:57 pm

O Centro Universitário Doutor Leão Sampaio (Unileão), por meio dos seus cursos, tem ações de incentivo à doação de sangue durante todo o ano. O curso de Enfermagem, em parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), por exemplo, promove campanhas para a doação de sangue. Na última ação, realizada em setembro do ano passado, 127 pessoas fizeram o cadastro para doação de sangue e 75 bolsas de sangue foram coletadas.

Além dessas campanhas, a Instituição promove eventos para debater a temática envolvendo a comunidade acadêmica e a população caririense. O II Simpósio em Enfermagem Clínica e Cirúrgica foi uma dessas atividades.

Realizado em outubro do ano passado, o Simpósio contou com palestras, oficinas e mesa-redonda sobre temáticas como a assistência ao transplante de múltiplos órgãos, a doação de sangue segura, a hemotransfusão, a hemofilia e o atendimento pré-hospitalar em emergência e em UTI.

O curso de Biomedicina da Unileão também organiza eventos corriqueiros com prestação de serviços gratuitos de saúde, como a tipagem sanguínea, que identifica a qual grupo sanguíneo a pessoa pertence. Ter esse conhecimento é muito importante para a doação de sangue, além de transfusões e outros atendimentos médicos.

Junho Vermelho

O mês de junho foi escolhido para sensibilizar a população sobre a importância de doar sangue e lembrá-la que essa ação pode salvar vidas, já que uma única bolsa de sangue pode beneficiar até quatro pacientes. Nesse mês, os bancos de sangue costumam registrar queda no estoque com o início do inverno e, atualmente, a situação é mais preocupante devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O Ministério da Saúde orienta que as pessoas continuem com as doações de sangue mesmo nesse período, assegurando que não há riscos para quem doa. Conforme o órgão, os hemocentros do país estão preparados e treinados para realizarem o serviço de coleta de sangue com segurança. Para isso, estão sendo tomados cuidados para diminuir a aglomeração de pessoas, além de reforço na atenção à higienização das áreas, dos instrumentos e das superfícies nos hemocentros.

Como ser um doador?

Para doar sangue, procure uma unidade de coleta na sua cidade, como os Hemocentros, e verifique se você atende aos requisitos necessários para a doação.

Requisitos

  • Estar em boas condições de saúde;
  • Ter entre 16 e 69 anos*;
  • Pesar no mínimo 50 kg;
  • Ter descansado (dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
  • Estar alimentado: evite alimentos gordurosos e aguarde até 2 horas depois de se alimentar para doar sangue;
  • Apresentar documento original com foto;
  • Pessoas com menos de 18 anos precisam estar acompanhadas dos responsáveis ou com formulário de autorização;
  • Respeitar o intervalo entre doações: 90 dias para mulheres e 60 dias para homens.

*Pessoas acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado sangue alguma vez antes dessa idade.

Restrições

  • Ter passado por um quadro de hepatite após os 11 anos de idade;
  • Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue:  Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II, Doença de Chagas e Malária;
  • Uso de drogas ilícitas injetáveis;
  • Pessoas com febre, gripe ou resfriado, diarreia recente, grávidas e mulheres no pós-parto não podem doar temporariamente;
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
  • Tatuagem e/ou piercingnos últimos 12 meses;
  • Extração dentária nas últimas 72 horas;
  • Ter apresentado apendicite, varizes, hérnia ou feito amigdalectomia nos últimos 3 meses;
  • Ter feito transfusão de sangue no período de um ano;
  • Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina;
  • Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos 6 meses;
  • Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a exposição).
COMPARTILHE:

Últimas notícias